Quando uma pessoa autista (ou não autista) experiencia sofrimento emocional, o primeiro passo é compreender a razão ou a situação que causa esse sofrimento para poder oferecer um apoio mais adequado.
São comportamentos subtis, automatizados, quase impercetíveis, que estigmatizam e que provavelmente praticamos sem a intenção de excluir ou maltratar alguém.
A influência e a capacidade dos media para moldar a mentalidade da sociedade são factores que obrigam o sector jornalístico a ser especialmente responsável na abordagem da saúde mental.
A cultura popular, a indústria audiovisual e os meios de comunicação social têm, ao longo das décadas, contribuído para a estigmatização e perpetuação de estereótipos negativos associados às pessoas com perturbações mentais.
Poder-se-ia pensar que os profissionais de saúde, dado o seu conhecimento sobre saúde mental, deveriam estar livres de estereótipos e preconceitos, mas nem sempre é assim.